Amaranto versus Quinoa



O amaranto é originário dos andes e apresenta em torno de 10% mais proteínas que os cereais em geral. É rico em cálcio, potássio e ferro, magnésio, zinco e selênio.  Apresenta uma substância chamada de esqualeno, que só é encontrada em peixes e é altamente antioxidante. Pode ser ingerido no leite, iogurtes, vitaminas e saladas.


Hoje em dia há vários tipos de grãos: preto, vermelho e branco de acordo com a época da colheita. Utilizado pelos incas e astecas é um grão integral e foi selecionado para alimentação dos tripulantes de viagens espaciais da NASA. Tem ausência de glúten e pode ser utilizado para aumento de massa muscular em pessoas debilitadas.


A quinoa é originária dos andes e é utilizada também como alimento na NASA. É rica em ômega 3 e 6 e é fonte de carboidrato de baixo índice glicêmico. É muito utilizada na Bolívia. Pode ser consumida em grãos ou em forma de farinha e é riquíssima em aminoácidos como: glicina, prolina, lisina, histidina e ácido glutâmico. Rica também em vitamina B, cálcio, magnésio, ferro, zinco, cobre e manganês. Auxilia no emagrecimento pois é fonte de fibra natural mas também é rica em triptofano, o formador de serotonina. A serotonina é a substância que está em déficit no cérebro quando se tem compulsão por ingestão de doces. Há redução de colesterol com seu uso contínuo.



Dra. Sylvana Braga
Pós Graduada em Ortomolecular, Reumatologia, Fisiatria, Clínica Médica, Antienvelhecimento e Estética Ortomolecular.
Autora do Livro Dieta Ortomolecular.










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